Re-Edição da Typhoon
Onde é que já a vimos? Povoou o sonhos dos jovens que nos anos 90 faziam 16 anos, idade em que poderiam tirar a carta de moto, para se locomoverem com independência. Chegar à escola de moto era meio caminho andado para a popularidade.
andardemoto.pt @ 24-9-2012 10:50:43
Onde é que já a vimos?
Povoou o sonhos dos jovens que nos anos 90 faziam 16 anos, idade em que poderiam tirar a carta de moto, para se locomoverem com independência. Chegar à escola de moto era meio caminho andado para a popularidade.
Recuperada dos sonhos dos meninos imberbes que fomos, a nova Typhoon, surge novamente no mercado como um revivalismo do melhor tempo das nossas vidas. Mas o mercado hoje é outro! Hoje não são os filhos, apenas, mas também os pais, que sonham com uma scooter que lhes permita uma mobilidade mais inteligente, numa era em que a factura energética e ambiental, mas também o tempo perdido nas deslocações ou a falta de estacionamento, povoam as preocupações dos adultos actuais.
A grande diferença da re-edição da scooter italiana, reside na motorização a 4 tempos, mais actual, para fazer face às exigências de um mercado que reclama consumos menores e uma factura mais económica na oficina, o que nos surpreende de imediato, já que perdeu a sonoridade típica do monocilindro a 2 tempos.
E no capítulo dos consumos, não será a scooter mais económica dentro do estilo, com consumos na ordem dos 4 litros (mais 0,6 litros que a sua rival nipónica BW's). Mas se a Typhoon penaliza nos consumos, oferece uma velocidade de ponta maior, em cerca de 20 Km horários, atingindo declaradamente os 120 Km/h.
Também o travão de disco à frente, assume uma opção actual e importante no capítulo da segurança.
Uma ciclistica mais apelativa, mas ainda com algumas lacunas, nomeadamente para o passageiro, que conta com pouco espaço para se "encaixar" no banco traseiro, a nova Typhoon está disponível em 4 cores e pinturas distintas, umas mais discretas, outras que apelam ao lado irreverente de um público mais jovem.
| Motor | |
| Tipo | Monocilindrico LEADER, 4 tempos |
| Cilindrada | 124 cc |
| Diâmetro/Curso | 57 mm / 48,6 mm |
| Combustível | Gasolina Sem Chumbo 95 |
| Taxa de Compressão | 10.6 +/- 0.5 : 1 |
| Potência | 7,1 Kw - 9,6 cv - a 8500 rpm |
| Binário Máx. | 8,2 Nm às 7500 rpm |
| Refrigeração | Ar forçado |
| Caixa de Velocidades | Variador automático CVT com conversor de binário |
| Arranque | Eléctrico |
| Ignição | - |
| Alimentação | Carburador |
| Embraiagem | Automática centrífuga a seco |
| Veículo | |
| Estrutura | Tubular de aço de alta resistência com reforços em aço estampado |
| Suspensão dianteira | Forquilha telescópica hidráulica |
| Suspensão traseira | Amortecedores hidráulicos com regulação de pré-carga de 4 posições |
| Travão dianteiro | Disco de 220 mm, com comando hidráulico |
| Travão traseiro | Tambor de 140 mm |
| Pneu dianteiro | 120/80-12" |
| Pneu traseiro | 130/80-12" |
| Dimensões | |
| Comprimento | 1940 mm |
| Largura | 720 mm |
| Altura do banco | 765 mm |
| Distância entre eixos | 1350 mm |
| Capacidade de depósito | 7 litros (incluíndo 1,5 lts de reserva) |
| Peso a seco | n.d. |
| Velocidade máxima | n.d. |
| Homologação | Euro 3 |
As 3 propostas mais coloridas da scooter italiana
andardemoto.pt @ 24-9-2012 10:50:43
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