Nova Honda Integra 700. Scooter com performances de moto

O nome "Integra" vem do facto de este modelo integrar a facilidade de utilização de uma scooter com as performances dinâmicas de uma moto. Possui uma posição de condução com os pés em posição avançada, uma boa protecção contra as condições climatéricas, espaço interno de arrumação e a opção por uma transmissão automática, na forma da inovadora transmissão de dupla embraiagem de segunda geração da Honda; por outro lado, a estabilidade e a maneabilidade que oferece são atributos normalmente não presentes numa scooter. O resultado é uma moto única e desejável, concebida para uma experiência de condução totalmente envolvente, beneficiando das tecnologias ambientais e de segurança que os clientes esperam de um veículo do Século XXI.

andardemoto.pt @ 24-9-2012 10:50:43

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O nome "Integra" vem do facto de este modelo integrar a facilidade de utilização de uma scooter com as performances dinâmicas de uma moto. Possui uma posição de condução com os pés em posição avançada, uma boa protecção contra as condições climatéricas, espaço interno de arrumação e a opção por uma transmissão automática, na forma da inovadora transmissão de dupla embraiagem de segunda geração da Honda; por outro lado, a estabilidade e a maneabilidade que oferece são atributos normalmente não presentes numa scooter. O resultado é uma moto única e desejável, concebida para uma experiência de condução totalmente envolvente, beneficiando das tecnologias ambientais e de segurança que os clientes esperam de um veículo do Século XXI.

No coração desta nova moto, está um grupo motor-transmissão desenvolvido, propositadamente, para este modelo. Esta nova unidade bicilíndrica arrefecida por líquido, com 670 cm³ é um motor compacto e de baixo peso, posicionado no quadro de forma a permitir obter um baixo centro de gravidade. Possui um forte binário a baixa e média rotação, as faixas mais usadas durante a maior parte do tempo, juntamente com uma entrega de potência bastante utilizável e baixas emissões de escape com uma economia soberba. O motor trabalha em conjunto com a inovadora Transmissão de Dupla Embraiagem de segunda geração da Honda, oferecendo a conveniência e a facilidade de utilização de uma transmissão automática, com o controlo opcional de uma transmissão manual, caso o condutor assim o deseje. Ambos os modos oferecem benefícios claros em comparação com as transmissões CVT mais convencionais.
Palavras-chave tais como "divertida", "fácil", "confortável" e "segura" ajudam a compreender o design e a engenharia subjacentes à Integra. Embora o novo motor e a transmissão DCT fossem elementos fundamentais na concretização dos objectivos, a ciclística também teria de ser verdadeiramente versátil. Um dos pontos-chave a incluir foi uma maneabilidade elevada, para uma experiência de condução envolvente e agradável, numa moto que também teria de ser estável e com a qualidade de condução necessária para circular em todos os tipos de estrada.

Características principais

Performances dinâmicas

Experiência de condução de uma moto
Equipada com o motor e a transmissão avançada num quadro em diamante, de aço rígido, a Integra oferece a estabilidade e a maneabilidade de uma moto convencional. As suspensões de elevadas especificações, o CBS e o ABS, o grande diâmetro das rodas de 17 polegadas e os pneus largos, de 120/70 na frente e 160/60 atrás, melhoram ainda mais a experiência de condução desta moto.

Motor totalmente novo

Unidade bicilíndrica compacta e económica
Nesta nova unidade bicilíndrica em linha, de 670 cm³, desenvolvida para oferecer soberba economia de combustível (3,6 L/100km)*, juntamente com performances vigorosas, especialmente a baixa e média rotação, o motor é o ponto fundamental da Integra para uma condução divertida e a versátil.

Transmissão avançada

Transmissão de Dupla Embraiagem de Segunda Geração (DCT)
A transmissão DCT que equipa a Integra recorre a duas embraiagens para realizar as mudanças de forma rápida e suave, com três modos de utilização. O modo Manual (MT) permite ao condutor engrenar as mudanças através de botões montados no punho esquerdo; o modo automático (AT) oferece duas variantes: S para uma condução desportiva e D para utilização urbana e em auto-estrada.

Funcionalidade com elegância

Estilo inovador, conforto total
A Integra é uma proposta arrojada e original em termos de estilo, misturando novas formas, tratamentos de superfície eficazes e linhas muito fortes. Oferece um nível elevado de protecção aerodinâmica e uma posição de condução descontraída e confortável. Honda Portugal, SA Rua Fontes Pereira de Melo, 16 Abrunheira, 2714-506 Sintra Tel: 219 155 300 Fax: 219 258 887 www.honda.pt

Detalhes do modelo

Estilo

Estilo inovador
A Integra é, verdadeiramente, um novo conceito, com a sua entusiasmante funcionalidade e um estilo único. O Protótipo de Média Cilindrada, apresentado no Salão de Milão em 2010, combinava a posição de condução de "pés para a frente" de uma scooter, com as linhas agressivas de inspiração nas motos Super Sport. A Integra incorporou e evoluiu estes temas, comunicando com clareza a sua intenção de oferecer diversão e versatilidade incomparáveis.

Forma com função
A frente distinta da Integra é composta por um farol multi-reflector com os piscas unidos, numa forte configuração em V. O potente farol, com o seu atraente design multi-reflector, oferece uma dispersão impressionante de luz, permitindo conduzir sem problemas à noite. A visão é ainda filtrada através do grande e protector pára-brisas.
Todas as partes do conjunto foram esculpidas para oferecerem um aspecto elegante e inteligente com grande funcionalidade.
A carenagem frontal, montada no quadro, permite elevados níveis de protecção contra as diferentes condições climatéricas. Além disso, também incorpora uma entrada de ar e condutas de escape aerodinamicamente eficientes, para uma refrigeração soberba. A refrigeração do motor e do sistema de escape é conseguida, também, graças à carenagem inferior, que liga ininterruptamente as linhas fortes da moto, direccionando o ar frio para estes componentes vitais. O design da carenagem inferior é complementado pelas tampas do motor e da transmissão, que sugerem a existência de tecnologias avançadas no interior. As linhas esguias e enérgicas da Integra convergem para a traseira, desenhada de forma elegante, sublinhando a inspiração no design dos modelos Super Sport.

Funcionalidade e conveniência
Apesar das suas proporções estreitas, a Integra apresenta um compartimento de arrumação debaixo do banco com 15 litros de capacidade, suficiente para guardar um capacete aberto ‘demi-jet’ ou um impermeável. Juntamente com o tampão de enchimento de combustível, acede-se a este espaço usando a chave para destrancar e levantar o banco. Este mecanismo é amortecido, pelo que, mesmo que deixe cair o banco aberto, este fecha-se de forma suave e segura. A carenagem principal também oferece um segundo compartimento de arrumação, mais pequeno, mas de acesso fácil a partir do banco – ideal para guardar os talões de portagem, a carteira ou o telemóvel. Há, também, uma tomada de corrente, permitindo a utilização de acessórios tais como um carregador de telemóvel ou um sistema de navegação. Finalmente, este modelo possui um depósito de grande capacidade, 14,1 litros de combustível. Juntamente com o motor de alta eficiência, esta capacidade de combustível ajuda a obter uma impressionante autonomia de quase 400 km entre abastecimentos, na ordem de 3.6 L/100km*, com base nos valores WMTC.

Posição de condução confortável e flexível
Uma das maiores atracções de uma scooter é a liberdade e a facilidade de utilização associadas à posição de condução com os "pés para a frente". Sem a necessidade de ficar em bicos de pés a Integra oferece este simples nível de liberdade, com um compromisso ideal entre o banco e o guiador, dentro do qual o condutor e o passageiro podem viajar em conforto. Os reduzidos 790 mm de altura do banco asseguram confiança e controlo, mesmo nas manobras a baixa velocidade e o formato, cuidadosamente esculpido, do banco torna fácil a operação de colocar um pé no chão. O design do banco realça ainda mais o conforto, devido à sua divisão em duas partes, com uma pequena diferença de alturas entre condutor e passageiro. As pegas duplas de cada lado do banco traseiro, tal como os poisa-pés, seguros e retrácteis para o passageiro, aumentam a confiança do utilizador.
Painel de instrumentos avançado multi-funções.
Posicionado de forma a manter os olhos do condutor na estrada, e para permitir observar, num relance, todas as informações essenciais, o painel de instrumentos da Integra, compreensivo e de estilo atraente, inclui um velocímetro digital, um conta-rotações digital tipo barras, um relógio, um indicador do nível do combustível, também do tipo barras, e dois conta-quilómetros parciais.

Ciclística

Maneabilidade entusiasmante com estabilidade tranquilizadora
A Integra apresenta rodas e suspensões convencionais num quadro em diamante, de aço tubular rígido, com geometria optimizada para criar uma sensação de entusiasmo e controlo total. A estabilidade geral do conjunto é, ainda, aumentada pela distribuição de pesos na Integra. O motor foi montado em posição baixa no quadro. Também está inclinado para a frente, ajudando à distribuição de peso e à estabilidade, juntamente com uma maneabilidade fácil a todas as velocidades, tanto no pára-arranca da cidade, como na condução a alta velocidade da auto-estrada.

Quadro tubular em aço, compacto e com centralização de massas
Os quadros tubulares convencionais em aço recorrem a dois anéis, envolvendo o motor e a transmissão, ligando à coluna da direcção e ao pivot do braço oscilante. Em vez de uma solução deste tipo, e para tirar partido das dimensões bastante compactas do motor, a Integra usa um quadro de design bastante mais simples, de componente inferior e superior, com apenas dois tubos principais ligados por um único tubo cruzado. Esta solução assegura um baixo centro de gravidade, uma distribuição do peso com centralização de massas, para uma maneabilidade ágil e estável, com baixo peso, graças ao reduzido número de componentes do quadro. O diâmetro e a espessura das paredes dos tubos da estrutura foi optimizado para proporcionar uma maneabilidade segura, juntamente com a flexibilidade necessária para absorver os choques e a vibração do motor.

Sistemas de suspensão de elevada performance
Graças aos seus 120 mm de curso suave, a forquilha telescópica de 41 mm e amortecimento hidráulico oferece um controlo e estabilidade adequados mesmo na mais irregular das estradas. O sistema da suspensão traseira recorre a um mono-amortecedor de Multi-Acção Honda (HMAS - Honda Multi-Action System), que proporciona amortecimento óptimo, tanto em compressão, como em extensão. Este amortecedor trabalha na configuração Pro-Link da Honda, proporcionando uma elevada qualidade de condução e uma excelente tracção, em qualquer altura. O sistema Pro-Link também é compacto, reduzindo a altura da suspensão, mas ajudando a oferecer uma moto que combina espaço interno de arrumação e um depósito de combustível de boa capacidade. Os 570 mm do braço oscilante combinam rigidez e óptimo grau de flexão, graças à sua construção em aço de secção rectangular (75 x 35 mm).

Jantes de grande diâmetro em alumínio fundido a alta pressão
Nenhum outro componente denota mais o compromisso da Integra para com uma experiência de condução recompensadora e inspirada nas motos grandes, do que as suas rodas de grandes dimensões. A Integra roda sobre jantes de 17 polegadas, em alumínio fundido, a alta pressão, na dianteira e na traseira, sendo a primeira vez que isto sucede numa moto Honda. Os raios apresentam uma secção cruzada em Y, ajudando a absorver os choques e contribuindo para uma condução de qualidade. Estas jantes de grande diâmetro asseguram estabilidade e compostura nas curvas muito apertadas, que nenhuma outra scooter convencional de rodas pequenas consegue aspirar e acompanhar. Os largos pneus radiais, 120/70-17 na dianteira e 160/60-17 na traseira, asseguram elevados níveis de aderência e tracção, para uma condução viva e segura, em todas as situações. Uma corrente selada e de baixo peso, de tamanho 520, oferece baixos níveis de fricção e ajuda a reduzir o peso não suspenso.
Sistema Combinado ABS
O C-ABS da Integra está equipado, simultaneamente, com o Sistema Combinado de Travagem, de fácil controlo, e a segurança extra do Sistema de Travagem com Anti-Bloqueio. O CBS distribui e equilibra efectivamente o controlo da travagem dianteira e traseira. Ao mesmo tempo, o ABS providencia uma segurança extra e a confiança necessária para responder às situações mais inesperadas.

Motor

Concebido propositadamente
Logo desde muito cedo, na fase de desenvolvimento da Integra, as novas investigações realizadas produziram diversos dados fundamentais referentes à utilização típica dada a este tipo de motores por um utilizador que usa uma moto de média cilindrada nas suas deslocações habituais casa-trabalho-casa. A investigação revelou que 90% da utilização ocorria a velocidades até 140 km/h e a 6.000 rpm, ou menos. A Integra pedia um novo motor, idealmente adequado a este tipo de utilização, com binário forte na gama normal de rotação, juntamente com facilidade de utilização e baixos custos de manutenção. Uma extraordinária eficiência de combustível era, também, uma prioridade. A equipa de desenvolvimento definiu, então, um objectivo muito ambicioso: aumentar a eficiência de combustível em 50%, em comparação com os motores convencionais da mesma cilindrada.

Design totalmente novo
O motor bicilíndrico em linha, SOHC, 670 cm³ e refrigeração líquida foi concebido para enfrentar os desafios do Século XXI. Graças ao seu diâmetro e curso, à arquitectura SOHC e às câmaras de combustão de formato especial, oferece uma utilização forte e fácil, desde o momento em que se aplica o acelerador. A cambota, concebida com relativo elevado nível de massa inerte, realça esta sensação gratificante de binário sem esforço.
A Integra estará disponível em duas especificações diferentes de motor. Uma produz uma potência de ponta de 51 CV (38,1 KW) às 6.250 rpm e 62 Nm de binário às 4.750 rpm; a outra, especificamente preparada para cumprir a norma Europeia A2 de 2013, produz 48 CV (35 KW) às 6.250 rpm e 60 Nm de binário às 4.750 rpm.

Bicilíndrico em linha com sensação de V-twin
A satisfação na condução é realçada pela cambota de 270° de fase e pelos intervalos de ignição, irregulares, que trabalham em conjunto para proporcionar uma sensação pulsante agradável com uma ligação emocional ao trabalhar de um motor em V. Para fabricar uma cambota de 270° de fase e peso convenientemente baixo, foi engendrado um novo método de produção. Utilizando um procedimento que a Honda também utiliza nos seus motores V6 para automóveis, a cambota é forjada a um ângulo de 180°, antes de ser "torcida" com precisão mais 90°. Isto resulta numa cambota de 270° de fase, com baixo peso e produzindo poucos desperdícios de fabrico. A vibração primária de uma cambota de 270° pode ser equilibrada na perfeição recorrendo a um veio de equilibrio biaxial, dando ao bicilíndrico um trabalhar suave semelhante ao motor de seis cilindros opostos de uma Gold Wing; no entanto, a Integra foi concebida propositadamente com um veio de equilibrio uniaxial, para garantir um funcionamento suave, mas com um certo pulsar recompensador no motor. Esta sensação é complementada pelo colector de admissão de design de "aberturas colectivas" na cabeça do motor. Esta solução permite um determinado grau de interferência entre os gases que fluem para dentro dos dois cilindros. Juntamente com o comando das válvulas, definido de forma diferente para cada cilindro, o resultado é um motor de sensação única e distinta.

Economia extraordinária – 3,6Lts/100Km
O desenvolvimento do motor da Integra fez uso exaustivo da estequiometria, uma ciência de reacções químicas, que envolve o cálculo das quantidades ideais necessárias para se obter a reacção pretendida e a quantidade de produto resultante de tal reacção. Ao analisar, desta forma, a combustão de um motor, a equipa de desenvolvimento do motor da Integra conseguiu obter a relação ar/combustível exactamente necessária para realizar uma combustão completa e limpa, em toda a gama de rotação do motor e em todas as condições de funcionamento. O objectivo proposto durante a fase de desenvolvimento deste motor, tinha com meta atingir uma eficiência de 3,6 L/100km* em modo WMTC (modo D), e foi, na realidade alcançado conforme demonstram os resultados obtidos. Esta extraordinária eficiência de combustível é também o resultado dos reduzidos níveis de fricção interna do motor, graças, em parte, ao número relativamente baixo de peças móveis. Por exemplo, em vez de um accionamento por veio dedicado, a bomba do óleo é accionada por um veio de equilíbrio, enquanto a árvore de cames também acciona a bomba de água. Um revestimento de resina aplicado aos pistões também reduz a fricção dentro do motor, algo que também é ajudado pelos roletes dos balanceiros de alumínio.

Motor de design compacto, numa ciclística sem compromissos
Desenvolvido como parte integrante de um modelo novo e inovador, o motor da Integra é eficiente em termos de espaço, deixando lugar no conjunto para um compartimento de arrumação e uma posição de condução confortável e espaçosa. Para o conseguir, o motor recorre a um número de soluções para poupar espaço, incluindo um sistema de escape único compacto e injectores de combustível montados directamente na cabeça do motor compacta e refrigerada por líquido. O resultado é uma unidade potente, vigorosa e requintada, numa moto compacta e muito ágil.

Emissões de escape limpas
Graças aos mesmos cálculos estequiométricos que permitem reduzir os consumos e maximizar o binário, o motor da Integra, em conformidade com a norma EURO 3 também produz emissões muito baixas, minimizando os gases nocivos lançados no ar. O sistema PGM-FI de injecção de combustível também dá o seu contributo neste aspecto, fornecendo com precisão a quantidade de combustível necessário, graças ao sensor de oxigénio montado no escape. Finalmente, o catalisador de elevada absorção foi relocalizado para mais perto do motor. Como resultado, o catalisador pode agora atingir mais rapidamente a sua temperatura ideal de funcionamento, após os arranques a frio, reduzindo muito as emissões nocivas nas viagens típicas.

Transmissão de Dupla Embraiagem de segunda geração, para a derradeira facilidade de utilização
Um produto do desejo continuado da Honda em usar novas tecnologias para proporcionar diversão e conveniência às vidas das pessoas, a Transmissão de Dupla Embraiagem usa uma embraiagem e mudanças de funcionamento automatizado, oferecendo o mesmo prazer de condução que uma transmissão manual, mas com a conveniência de uma caixa automática. Mais compacta e mais leve do que o sistema DCT original, estreado em 2009, esta unidade de geração seguinte continua a fusão entre o controlo e a eficiência de combustível de um sistema manual com a facilidade de utilização de uma caixa automática, abrindo esta nova e entusiasmante tecnologia a um novo grupo de utilizadores.
Tal como o seu nome implica, o sistema usa duas embraiagens: uma para o arranque e para a 1ª, 3ª e 5ª velocidades e outra para a 2ª, 4ª e 6ª. Através da pré-selecção da mudança seguinte, usando a embraiagem que não estiver em utilização no momento, o sistema consegue alternar electronicamente as embraiagens quando necessário, proporcionando uma unidade com mudanças vivas, suaves e ininterruptas. Esta suavidade é especialmente benéfica quando se transporta um passageiro.

Um modo de funcionamento da DCT para cada situação
A Transmissão de Dupla Embraiagem de segunda geração foi apurada de forma a garantir uma adaptação ao mais diverso leque de utilizações, desde as deslocações casa-trabalho-casa urbanas, às longas viagens de turismo. Para assegurar uma planificação óptima das mudanças, foram realizados testes exaustivos em todos os tipos de estradas Europeias, incluindo as
congestionadas ruas da cidade de Roma. A transmissão DCT da Integra oferece três modos de funcionamento, com uma extraordinária flexibilidade. O modo MT permite um controlo total manual, dando ao condutor a liberdade de escolher a mudança pretendida através dos botões no guiador. Ideal para uma utilização em estradas sinuosas, o modo MT oferece ao condutor um nível de envolvimento e de satisfação que não é possível obter de uma transmissão integralmente automática.
A transmissão DCT da Integra também oferece dois modos de mudanças automáticas, para maior conveniência e facilidade de utilização. O modo D é ideal para a condução em cidade e em auto-estrada e o modo S permite usar o motor em gamas mais elevadas de rotação para cada mudança, permitindo obter uma condução mais rápida, com maiores performances e níveis mais elevados de travagem com o motor, necessários numa condução tipicamente desportiva. Tanto no modo D, como no modo S, a Transmissão de Dupla Embraiagem de segunda geração oferece agora a possibilidade de intervenção manual imediata, caso seja essa a intenção do condutor. Para isso, basta que o condutor seleccione a mudança pretendida através dos botões de comando do modo manual, após o que a DCT continua a reagir como uma transmissão automática. Isto é especialmente útil aquando da preparação para realizar uma ultrapassagem ou por exemplo na aproximação às curvas apertadas.

Manutenção reduzida
Concebida para oferecer conveniência e baixos custos de manutenção, o grupo motor/transmissão da Integra necessita do mínimo de manutenção. A transmissão DCT usa embraiagens robustas de grande diâmetro para funcionar confortavelmente com os rigores de uma utilização diária no pára/arranca do trânsito citadino, sem a necessidade de realizar um primeiro serviço de verificação das folgas das válvulas. Os intervalos de manutenção são a cada 12.000 km e as velas de Irídio de elevada eficiência do motor só requerem substituição aos 48.000 km.

Cores

A Integra de 2012 está disponível em quatro novas cores.

Acessórios genuínos

A versatilidade da Integra pode ser melhorada através da gama de acessórios genuínos Honda.

Kit de malas laterais estreitas
Estas malas laterais rígidas aumentam a capacidade de bagagem, sem tornarem a Integra demasiado larga para se esgueirar pelo tráfego congestionado da cidade. A capacidade é de 29 litros.

Conjunto de painéis coloridos para as malas laterais
Painéis coloridos atraentes para personalizar o kit de malas laterais.

Sacos interiores para malas laterais
Estes sacos interiores cabem na perfeição nas malas laterais, facilitando as operações de carga e descarga.

Top-case de grandes dimensões
Esta top-case, de plástico rígido, com 40 litros de capacidade aumenta a funcionalidade, oferecendo um compartimento de arrumação grande e seguro.

Top-case
Com 35 litros de capacidade, esta top-case oferece facilidade de utilização por intermédio da sua funcionalidade de chave única.

Bolsa interior para top case
Uma bolsa interior para a top case, com encaixe perfeito no seu interior, maximiza o espaço e facilita as operações de carga e descarga.

Deflectores para as pernas
Estes painéis de montagem adicional aumentam os, já impressionantes, níveis de protecção contra as condições climatéricas oferecidos pela Integra.

Kit de alarme
Para ligação ao sistema eléctrico da Integra, garante um excelente nível de dissuasão anti-roubo.

Punhos aquecidos
Tal como convém a um veículo cuja utilização se pretende ser agradável em todas as condições atmosféricas, a Integra pode ser equipada com punhos aquecidos, para que o condutor possa manter as suas mãos quentes, mesmo na mais fria das situações.

Cadeado em U
Aloja-se perfeitamente debaixo do banco, fornece segurança anti-roubo adicional.

Capa de exteriores
Esta capa para exterior, permite a circulação do ar e é à prova de água, ideal para proteger a Integra contra as condições climatéricas e mantendo-a oculta de olhares indiscretos se ficar parada na rua durante a noite.

Especificações técnicas – Integra (tipo ED)

MOTOR

Tipo

2 cilindros em linha, 4 tempos SOHC com 8 válvulas e refrigeração liquida

Cilindrada

670 cm3

Diâmetro x curso

73 x 80 mm

Taxa de compressão

10,7 : 1

Potência máxima

51 CV (38,1 kW) / 6.250 min-1 (95/1/EC)

48 CV (35,0 kW) / 6.250 min-1 (95/1/EC) **

Binário máximo

62 Nm / 4.750 min-1 (95/1/EC)

60 Nm / 4.750 min-1 (95/1/EC) **

SISTEMA DE COMBUSTÍVEL

Tipo

Injecção electrónica de combustível PGM-FI

Diâmetro da válvula

36 mm

Capacidade do filtro de ar

5,8 mm

Depósito de combustível

14,1 Litros

Consumo de combustível

3,597 L/100 km (Método WMTC* em modo D)

3,585 L/100 km (Método WMTC* em modo D) **

Sistema eléctrico

Ignição

Transístor digital controlado por computador com avanço electrónico

Tempo de ignição

12° BTDC ~ 53,9° BTDC (6.600 min-1)

Tipo de velas

IFR6G-11K

Arranque

Eléctrico

Bateria

12V/11AH

Luzes

12V; 60W 1 (mínimo) / 55W 1 (máximo)

TRANSMISSÃO

Embraiagem

Dupla embraiagem hidráulica com discos múltiplos em banho de óleo

Tipo transmissão

Transmissão Dupla Embraiagem com 6 velocidades

Relação primária

1,921

Relações das transmissões

1 2,666

2 1,904

3 1,454

4 1,200

5 1,033

6 0,837

Redução secundária

2,437

Transmissão final

Corrente

QUADRO

Tipo

Diamante em aço tubular

CICLÍSTICA

Dimensões (CxLxA)

2.195 mm x 790 mm x 1.440mm

Distância entre eixos

1.525 mm

Ângulo da coluna de direcção

27º

Trail

110 mm

Ângulo do raio de viragem

35º m

Altura do assento

790 mm

Distância mínima ao solo

135 mm

Peso em ordem de marcha

238 kg (F: 49,8%; R: 50,2%)

Capacidade máxima de carga

195 kg

SUSPENSÕES

Dianteira

Forquilha telescópica com um diâmetro da bainha de 41mm, curso de 120 mm.

Traseira

Amortecedor traseiro com braço oscilante Pro-Link e curso de 120 mm

RODAS

Dianteira

Roda em liga de alumínio com multi-raios

Traseira

Roda em liga de alumínio com multi-raios

Dimensões

Dianteira 17M/C x MT3,50 | Traseira 17M/C x MT4,50

Pneus

Dianteira 120/70-ZR17M/C (58W) | Traseira 160/60ZR17M/C (69W)

Pressão dos pneus

Dianteira 250 kPa | Traseira 290 kPa

TRAVÕES

Dianteiro

Disco hidráulico ondulado de 320 mm com maxila de 3 êmbolos e pastilhas

Traseiro

Disco hidráulico ondulado de 240 mm com maxila de êmbolo único e pastilhas de material sinterizado.

Sistema ABS/CBS de base

Todas as especificações são provisórias e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.
* Método WMTC - Consumo de combustível - os dados apresentados são resultados obtidos pela Honda sob condições padronizadas de teste prescritas pela WMTC. Os testes são realizados em estrada plana, com uma versão normal do modelo, apenas com o condutor e sem qualquer equipamento adicional. O consumo de combustível pode variar dependendo da sua condução, da manutenção da moto, das condições climatéricas, das condições da estrada, da pressão dos pneus, da instalação de acessórios, da bagagem, do peso do condutor e do passageiro e outros factores.
** Versão especificamente preparada para cumprir a norma Europeia A2 de 2013

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Miguel Oliveira brilha na estreia no Mundial de Moto3

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Pódio escapou por pouco O piloto português, Miguel Oliveira brilhou na corrida de estreia das Moto3 no Mundial de Motociclismo que este fim-de-semana teve lugar no Qatar. O piloto português foi um dos principais protagonistas de uma corrida que certamente levou ao rubro muitos dos portugueses que tiveram oportunidade de assistir. Miguel terminou no quinto lugar, o seu melhor resultado no mundial, depois de discutir até ao final da corrida o terceiro lugar do pódio. A largar da oitava posição da grelha e com a ambição, conseguida, de chegar aos cinco melhores, o jovem piloto de 17 anos, fez um bom arranque e desde cede se colocou na luta pelo terceiro lugar. Protagonista de excelentes ultrapassagens, Miguel só não assegurou definitivamente o terceiro lugar, posição que ocupou por diversas vezes, simplesmente porque a sua Honda Suter, na longa da recta da meta que caracteriza o traçado de Losail, não tinha a velocidade de ponta necessária para acompanhar os adversários: "Começar assim a época é muito bom. Tanto eu como a equipa estamos muito satisfeitos apesar de cientes que o terceiro lugar era uma posição merecida. Dei o meu melhor ao longo de toda a prova mas infelizmente na recta faltava-me aceleração e acabava por perder toda a vantagem conseguida", disse o piloto português que se mostrou sempre muito à vontade aos comandos da sua Honda Suter. Apesar de ciente que poderia ter chegado ao pódio Miguel está satisfeito com o seu trabalho e foca-se agora na jornada que aí vem em Jerez: "O resultado de hoje é uma enorme motivação. Vamos trabalhar para melhorar esta lacuna com que nos defrontámos hoje para estarmos ainda mais competitivos dentro de 15 dias. No final foi um fim-de-semana muito bom", continuou. A próxima jornada acontece em Espanha no traçado de Jerez de la Frontera de 27 a 19 de Abril. Resultados da Corrida:
1º M. Viñales - Honda com 38m40.995s
2º R. Fenati - Honda a 4.301s
3º S. Cortese - KTM a 18.013s
4º L. Salom - KTM a 18.200s
5º Miguel Oliveira - Honda a 18.745s Fonte: Make News

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