Repsol leva mais energia ao MotoGP no Autódromo Internacional do Algarve

A Repsol e o Autódromo Internacional do Algarve assinaram um acordo de colaboração, com o objetivo de potenciar benefícios e vantagens para ambas as instituições, até 2027.

andardemoto.pt @ 24-3-2023 16:02:58

A Repsol, cuja presença na competição remonta ao ano de 1969 e vai além do próprio conceito de patrocínio desportivo, assinou um acordo de colaboração com o Autódromo Internacional do Algarve numa parceria estratégica que estará em vigor até 2027

As duas entidades pretendem a partir de agora trabalhar em conjunto para liderar a transição energética numa perspetiva sustentável, assegurando, em competições de alto nível, o consumo de combustíveis de última geração, mais eficientes, que garantam o máximo desempenho e eficiência energética, enquanto minimizam as emissões de CO2.  

Em linha com este trabalho e de acordo com o compromisso de vir a ser uma empresa com zero emissões líquidas no ano 2050, a Repsol está a desenvolver diferentes soluções com baixa pegada de carbono em todos os âmbitos da mobilidade e na alta competição.

A Repsol tem vindo a trabalhar no desenvolvimento de combustíveis renováveis com a intenção de os tornar uma verdadeira alternativa para complementar outras formas de descarbonização da mobilidade, tais como a eletrificação ou o hidrogénio renovável, por forma a reduzir as emissões dos transportes nos próximos anos.


No que diz respeito aos combustíveis renováveis para competição, para além do Moto GP, a Repsol tem também vindo a desenvolvê-los extensivamente noutras provas desportivas, tais como o Rally Dakar, onde a equipa de Rally Repsol já utiliza combustível renovável, e a Fórmula 4, um campeonato para o qual a Repsol está a fornecer este ano um combustível 100% renovável.

Para a próxima temporada, 2024, os combustíveis renováveis serão uma realidade no MotoGP. Um novo tipo de combustível proveniente de fontes renováveis, como os resíduos orgânicos, é apresentado como uma das principais soluções para reduzir eficazmente as emissões no futuro imediato.


Graças ao compromisso assumido pela Dorna e pela FIM, os combustíveis de MotoGP terão de ser, pelo menos 40% de origem não fóssil até 2024 e 100% não fóssil até 2027.

Durante a primeira metade de 2023, a Repsol vai inaugurar a primeira fábrica de biocombustíveis avançada de Espanha, em Cartagena, que produzirá anualmente 250.000 toneladas de combustíveis renováveis a partir de resíduos. 

A petrolífera está também a fazer progressos na sua fábrica de combustíveis sintéticos em Bilbao, que iniciará a produção em fase de demonstração em 2024. Estas instalações desempenham um papel fundamental no objetivo da Repsol de atingir uma capacidade de produção de 1,3 milhões de toneladas de combustíveis renováveis até 2025 e mais de 2 milhões de toneladas até 2030, liderando assim este mercado na Península Ibérica e avançando decisivamente para um resultado de zero emissões líquidas até 2050.


andardemoto.pt @ 24-3-2023 16:02:58


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