Chegaram as novas Triumph Speed Triple S e RS!

A marca britânica atualiza as suas naked mais “hooligan” e deixa a concorrência em sentido com as novas Speed Triple S e a mais exótica Speed Triple RS.

andardemoto.pt @ 5-2-2018 13:18:48

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Tal como lhe tínhamos prometido ontem, quando publicámos o vídeo de Carl Fogarty contra Gary Johnson, hoje chegou a vez de podermos revelar oficialmente a nova Speed Triple que a Triumph tem vindo a anunciar, ainda que de forma mais ou menos subliminar, através de um conjunto de informações disponibilizadas à imprensa ou vídeos “teaser”.

Com a nova geração da Speed Triple chegam duas versões: a S e a RS.

Ambas as versões contam com o mesmo motor e o mesmo quadro, um dupla trave. No entanto a exótica Speed Triple RS conta com componentes de melhor qualidade, para além de detalhes estéticos exclusivos.


A primeira grande novidade nesta Speed Triple 2018 é o seu motor. A Triumph trabalhou incansavelmente para dotar o tricilíndrico de maior capacidade pulmonar, e não o fez apenas através da atualização da centralina. Na realidade, este novo motor “tri” das Speed Tripe S e RS conta com nada menos do que 105 novos componentes!

O ênfase foi dado à melhoria da performance, mas também à redução do peso.

Assim, o motor conta com uma cambota mais leve, pistões de perfil redesenhado para ajudar ao aumento da taxa de compressão, as camisas em alumínio com revestimento Nikasil são também mais leves, a cabeça do cilindro foi redesenhada para permitir um fluxo mais eficaz dos gases, gases que saem do motor através de um sistema de escape de maior diâmetro e com coletores mais leves.

Na Speed Triple RS as ponteiras elevadas e debaixo do assento traseiro são fornecidas pela Arrow, com acabamento em titânio escovado, melhorando a sonoridade e aparência desta naked inglesa.


Outro destaque no motor é o novo cárter, que foi também ele redesenhado e reposicionado mais abaixo no motor para permitir uma melhor distribuição de pesos, sendo que na S o peso a seco é de 192 kg, enquanto na RS o valor baixa para os 189 kg. Toda a circulação do óleo na cabeça do motor foi redesenhada, eliminando assim a necessidade de tubos externos, o que confere a este motor uma imagem mais “limpa”.

O resultado, de acordo com a Triumph, de todas estas alterações ao motor tricilíndrico, é não só um motor que sobe de rotações mais rapidamente, mas também um aumento de performance de 7% ao nível da potência, que agora atinge os 150 cv às 10.500 rpm, enquanto o binário sobe 4% para os 117 Nm às 7150 rpm.

Outras medidas tomadas pela Triumph para ajudar à redução de peso foram a utilização de alternador, motor de arranque e uma bateria mais leves.


A eletrónica das Speed Triple S e Speed Triple RS foi também alvo de uma atenção especial por parte da equipa de desenvolvimento da Triumph.

Ao rodar a chave na S, ou premindo apenas o botão de arranque na RS, pois esta versão conta agora com sistema de ignição “keyless”, o condutor vai encontrar todas as informações reunidas num novo painel de instrumentos TFT, totalmente colorido, de 5’’ de diâmetro, e que pode ser ajustado no seu angulo de inclinação. Além disso podemos escolher entre cinco modos de visualização das informações.

É através deste painel, e utilizando o comando por “joystick” no punho esquerdo, que o condutor da Speed Triple poderá selecionar os diferentes parâmetros da eletrónica: ABS ajustável, controlo de tração ajustável e modos de motor.

A Speed Triple S conta com quatro modos de motor, enquanto para a Speed Triple RS a Triumph preparou um quinto modo, Track, para aqueles momentos em que queremos explorar os limites desta naked.


Mas a verdadeira revolução eletrónica na Speed Triple aparece precisamente na versão RS.

Através de uma unidade de medição de inércia desenvolvida em parceria com a Continental, a Triumph permite que o condutor da Speed Triple RS usufrua de parâmetros otimizados ao nível do controlo de tração, para além do sistema ABS passar a contar com função “cornering”, que digere a força de travagem mesmo em inclinação, o que permite travar com confiança mesmo em curva.

Na ciclística pouco muda. Como referimos, o quadro dupla trave é proveniente da geração anterior, tal como o monobraço oscilante, um dos elementos icónicos da Speed Triple. No entanto a rigidez da estrutura foi melhorada para um comportamento mais dinâmico.

Se os travões são os mesmos tanto na Speed Triple S como na Speed Triple RS, e estamos a falar de discos frontais de 320 mm mordidos por pinças Brembo M4.34 de quatro pistões, o mesmo não se pode dizer das suspensões.

A S conta com forquilha e amortecedor traseiro fornecidos pela Showa, enquanto a RS eleva o nível de especificações com os mesmos elementos mas com assinatura da Öhlins. Forquilha NiX30 com bainhas de 43 mm e amortecedor TTX36. Em ambas as versões as suspensões são totalmente ajustáveis.

A Triumph acredita que as capacidades dinâmicas das novas Speed Triple permitem que sejam exploradas no limite, mas para garantir total segurança e tração, a marca inglesa selecionou os pneus Pirelli Supercorsa para equipar as jantes de 17’’.

Em relação à Speed Triple RS, e tal como já referimos, o nível de equipamento é superior quando comparado com a base Speed Triple S.

Para além do sistema ignição “keyless”, ou da eletrónica otimizada, a RS conta com detalhes exclusivos como guarda-lamas frontal em fibra de carbono, material que também cobre as laterais do radiador, tampa do assento traseiro, spoiler inferior do motor, e ainda gráficos RS que em conjunto com o subquadro mate, complementam o “look” dinâmico e exótico desta Speed Triple RS.

Desfrute da galeria de fotos das novas Triumph Speed Triple S e Speed Triple RS

andardemoto.pt @ 5-2-2018 13:18:48


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