100 anos de Moto Guzzi – A centenária história da marca da águia

Mantendo a tradição mas olhando para o futuro, a Moto Guzzi celebra cem anos de existência. Vamos conhecer melhor a história desta marca centenária fundada por Emanuele Vittorio Parodi, seu filho Giordi, e Carlo Guzzi. Esta é a primeira parte da História Centenária da Moto Guzzi. Fique atento ao Andar de Moto pois temos uma segunda parte desta reportagem histórica!

andardemoto.pt @ 26-7-2021 17:28:32 - Texto: Bruno Gomes

Aquele que é um dos fabricantes mais icónicos de Itália e do mundo, a Moto Guzzi,  está de parabéns em 2021. A  marca fundada por Emanuele  Vittorio Parodi,  seu filho Giordi,  e Carlo Guzzi,  está mais  viva do que nunca e transformou-se numa das marcas de maior relevo dentro do grupo Piaggio.

A história da Moto Guzzi começou a 15 de março de 1921.  Foi nesse dia que no escritório do notário Paolo Cassanello na Rua  Aurelio Saffi, em Génova, que se reuniram os três fundadores para constituírem a Moto Guzzi.  Na fundação da empresa ficou então escrito que a Moto Guzzi “Foi criada para a fabricação e comercialização de motos, e todas as outras atividades pertinentes e relacionadas com trabalhos em metal e indústria da engenharia mecânica”.

Foi também nesse momento que a marca italiana ganhou o seu símbolo.  Guzzi,  tal como Emanuele Parodi,  foram companheiros de Giovanni Ravelli,  um aviador da Força  Aérea Italiana que faleceu a 11 de agosto de 1919 durante um  voo de teste.  Ravelli tinha o sonho de iniciar com os Giovanni Ravelli Giorgio Parodi seus companheiros de luta uma marca de motos.

Infelizmente não conseguiu cumprir o seu sonho, e foi em sua honra que a Moto Guzzi adotou como símbolo a águia de asas abertas.  Hoje em dia é conhecida como a  “Águia de Mandello del Lario”.


A primeira moto da Moto Guzzi foi a 8 HP Normale. Seguiu-se em 1928 a Guzzi G.T.,  também conhecida como Norge em homenagem à expedição ao Círculo Polar  Ártico,  e a  Airone 250 (1939) que permaneceu no topo das tabelas de vendas em Itália no segmento das motos de média cilindrada,  por um período de 15 anos.

Entretanto,  a casa de Mandello del Lario foi somando sucessos no mundo da competição. A primeira  vitória aconteceu na  Targa Florio em 1921, que marcou uma série de  vitórias e recordes até ao momento em que a Moto Guzzi se retirou oficialmente da competição em 1957. Neste período a Moto Guzzi acumulou 14 títulos de Grandes Prémios e mais 11  vitórias no  Tourist  Trophy.

Nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial apareceram uma série de novos modelos. A Guzzino 65 (Cardellino),  que se tornou numa das motos de maior sucesso de  vendas na Europa durante uma década.  Seguiu-se a Galletto em 1950, e seis anos depois apareceu a Lodola 175. Foi também em 1950 que a Moto Guzzi se tornou no primeiro fabricante a nível mundial a ter o seu próprio túnel de  vento,  localizado em Mandello del Lario,  uma aposta da marca italiana na inovação e na aerodinâmica. Esta mais-valia de ter à disposição um túnel de vento permitiu ao departamento de competição da Moto Guzzi elevar a fasquia.


Engenheiros como Umberto  Todero e Enrico Cantoni juntaram as suas mentes brilhantes à do designer milanês Giuliu Cesare Carcano,  considerado o  “pai”  da famosa Guzzi Otto Cilindri que conseguia atingir uma velocidade máxima de 285 km/h.

No final dos anos 60 do século passado a Moto Guzzi apresentou o motor  V-twin a 90 graus, instalado transversalmente,  que se tornou num símbolo da Moto Guzzi.  Este motor foi usado como base para diferentes modelos como a  V7,  a V7 Special ou ainda a  V7  Sport. A  marca italiana também produziu este propulsor em cilindradas mais pequenas,  nas  variantes  V35 e  V50.

A Gran  Turismo por excelência foi a Moto Guzzi California.  Uma moto que evoluiu para contar com injeção eletrónica e sistema de travagem integral com três discos de travão.  Este modelo criado a pensar no mercado americano,  tal como as Ambassador e Eldorado,  orgulhava-se de ostentar o clássico motor 850 cc,  uma cilindrada que foi redescoberta e atualmente aplicada à gama atual.

Enquanto isso,  modelos como a Le Mans,  a Daytona,  a Centauro ou a Sport 1100 mantiveram viva a herança desportiva da marca.  O carácter inimitável desses modelos foi depois repescado nos anos 90 com a chegada das então novidades California,  Nevada,  e ainda a série  V11 Sport.

Túnel de Vento da Moto Guzzi em 1955

Túnel de Vento da Moto Guzzi em 1955


A 30 de dezembro de 2004 a Moto Guzzi foi adquirida pelo grupo Piaggio,  líder europeu no setor das duas rodas e um dos maiores do mundo.  Foi ainda sob o signo deste momento que em março de 2005 foi introduzida a naked desportiva Breva 1100. Alguns meses mais tarde, mais precisamente em setembro,  chegava a Griso 1100, que se apresentou ao serviço com algumas soluções técnicas inovadoras para a época,  e ainda um design fora do comum.

A Norge 1200 marcou o regresso da Moto Guzzi às  “Gran  Turismo”  em maio de 2016.  Essa moto destacou-se pela sua proteção aerodinâmica total, uma arquitetura do chassis refinada,  e um motor bicilíndrico de 1200 cc  totalmente novo.  Nesse mesmo ano, mais de 15 mil  “Guzzisti”  provenientes de 20 países acorreram em massa à pequena  vila na margem do lago Como para participarem na grande festa da marca,  as  “Giornate Mondiali Moto Guzzi”,  então na sua quarta edição,  mostrando uma paixão enorme pela marca italiana.

O coração desportivo da Moto Guzzi  voltou a bater com maior intensidade quando,  em março de 2006,  Gianfranco Guareschi levou de  vencida a “Battle of  Twins”  no circuito de Daytona,  vencendo as duas corridas.  E não foi preciso esperar muito tempo para  ver a Guzzi novamente no lugar mais alto do pódio,  pois em 2007,  Guareschi repetiu o resultado.  Estas  vitórias levaram a Moto Guzzi a regressar aos modelos desportivos,  e em outubro de 2006 apareceu a 1200 Sport,  uma naked equipada com uma  versão evoluída do motor  V-twin de 90 graus.

Instalações da Moto Guzzi em 1925


2007  foi então um ano em que a Moto Guzzi mostrou a sua  vitalidade e apresentou a Griso 8V,  com novo motor de 4 válvulas por cilindro a oferecer uma potência superior a 110 cv,  mas também a Bellagio,  uma custom de 940 cc  e curso de pistões curto. 2007 foi também o ano de mais uma edição das  “Giornate Mondiali Moto Guzzi”,  que ganhou um encanto especial pela presença do ator Ewan McGregor, que  visitou Mandello del Lario para receber a sua California  Vintage que tinha encomendado enquanto filmava o programa de  TV “The Long  Way  Down”.

A edição do Salão de Milão EICMA  de 2007 foi ainda o cenário escolhido pela marca para apresentar duas novidades que se posicionaram em lados opostos do espectro do mundo das duas rodas: a Stelvio 1200 e a  V7  Classic.  Estes modelos foram depois testados pela primeira  vez  nos primeiros meses de 2008,  recebendo boas críticas e mostrando que a Moto Guzzi estava no bom caminho.

A estratégia da marca recebeu um  “boost”  ainda maior quando ganhou o concurso para fornecer 35 unidades da Norge GT  à polícia de Berlim. No mesmo ano forneceu ainda 20 unidades da California  Vintage ao corpo especial da guarda do Presidente italiano.



Em 2009 a Moto Guzzi embarcou numa senda de revivalismos e apresentou a  V7  Café,  a Griso SE e ainda a Stelvio NTX, versão que estreou travagem com  ABS na maxi enduro italiana.  Destaque ainda para a introdução  de  novidades  no  motor  “Quattrovalvole”, nomeadamente a utilização de novas árvores de cames.

Apesar de se manter fiel a um formato mais tradicional,  a Moto Guzzi nunca deixou de pensar no futuro. A  partir da imaginação dos designers Miguel Galluzzi e Pierre  Terblanche nascem os concepts  V12LM, V12 Strada e  V12  X. Apresentadas na EICMA  de 2009,  estas motos deixaram os motociclistas apaixonados,  e o seu design inovador foi mesmo merecedor de  várias distinções.

2010 foi novamente ano de novidades nos modelos de maior porte da Moto Guzzi.  Na EICMA desse ano foram apresentadas as Stelvio 1200 8V, Stelvio 1200 NTX,  e ainda a Norge GT  8V. Enquanto isso, e a pensar nos adeptos da adrenalina, a Guzzi criou e soltou na estrada a  V7  Racer.

Bruno Ruffo em 1951

Bruno Ruffo em 1951


O aniversário dos 90 anos de  vida aconteceu em 2011. Em abril apareceram as novas Stelvio e Norge 8V,  que,  aliás,  se tornaram protagonistas do Mandello  – North Cape International Raid. A celebração do aniversário fechou com enorme sucesso nos Global Moto Guzzi Days,  evento que juntou mais de 20.000  “Guzzistas”  em Mandello del Lario.

No ano seguinte a marca italiana arrancou com uma nova geração da  V7. A  renovada gama foi equipada com um motor mais moderno,  mais eficiente,  e isso contribuiu para que rapidamente as  V7  se tornassem nas motos mais populares dentro da Moto Guzzi.  Depois,  quando 2012 estava a acabar,  apareceu primeiro a California 1400 Touring,  e poucos meses depois,  já em 2013,  a variante Custom.

Ewan McGregor foi novamente um aliado perfeito para promover as novas Guzzi, que também foram reconhecidas mundialmente conquistando vários  prémios. 2014 foi novamente o ano escolhido para renovação da  V7.  Nasceu então a  V7  II,  modelo que estreou um motor refinado acoplado a uma caixa de 6  velocidades,  sendo que a grande novidade tecnológica foi a introdução de um sistema de controlo de tração,  que se juntou ao  ABS.

Moto Guzzi 350 Monocilindrica de 1953

Moto Guzzi 350 Monocilindrica de 1953


Mas a Moto Guzzi ainda não tinha desistido das motos de maior porte.  Foi então que em 2015 apresentou ao mundo as Eldorado e  Audace,  que utilizaram o motor 1400 cc  de dois cilindros em  V.

Em 2016 a gama  V7  II cresceu com a chegada da Stornello,  a  variante  “offroad”  da gama de clássicas italianas,  e um ano mais tarde chegou um modelo totalmente novo,  a  V9,  disponível nas  variantes Bobber e Roamer,  enquanto a MGX-21 Flying Fortress não deixou ninguém indiferente ao seu visual de formas exageradas e impressionantes.

A evolução na família de Mandello del Lario nunca parou,  e em 2017,  por ocasião do 50º aniversário do modelo  V7,  a marca italiana apresentou a terceira geração deste modelo. A  V7 III reforçou o estatuto de  “best seller”  dentro da marca italiana,  mantendo intocada a originalidade e autenticidade típicas desta moto icónica.

Desde 1967,  quando foram  vendidas as primeiras unidades,  a  V7  tornou-se num pilar da gama da Moto Guzzi,  apresentando um estilo muito próprio.  No caso da  V7  III a gama dividiu-se em três  variantes para responder aos desejos de um público mais  variado: Stoner,  Special e Racer.


Depois de um período de relativa acalmia,  a Moto Guzzi  voltou-se novamente para os modelos “offroad”.

Desde 2018 a marca foi provocando os fãs com a  V85  TT,  modelo que chegou finalmente ao mercado no início de 2019. A  V85  TT  trouxe a Moto Guzzi de  volta para os modelos trail, adotando um estilo de enduro clássico.  Esta foi a moto que também elevou a fasquia do fabricante de Mandello del Lario,  contando com acelerador “ride-by-wire”,  modos de condução,  controlo de tração e também conexão com o smartphone através de uma plataforma multimédia dedicada.

Para os amantes das  viagens a Moto Guzzi respondeu com uma  variante  Travel,  equipada com malas laterais. As novidades mais recentes são as V7 III Stone S e a  V7  III Racer 10º  Aniversário.

Em 2019 e 2020, fazendo jus à sua herança na competição,  a Moto Guzzi  voltou a estar presente nas pistas.  Criou o  Troféu Moto Guzzi Fast Endurance,  em que equipas de dois pilotos aos comandos de  V7  III,  devidamente transformadas para a competição,  lutaram pela glória neste troféu que agora atravessa as fronteiras italianas e acontecerá noutros países europeus.

Galeria de fotos 100 Anos de Moto Guzzi


Modelos Centenario para celebrar os 100 anos Moto Guzzi

Edições especiais Moto Guzzi Centenario da V85 TT, V7 e V9

Edições especiais Moto Guzzi Centenario da V85 TT, V7 e V9


Um século depois do seu nascimento, a Moto Guzzi revela estar de boa saúde, com uma renovada gama para 2021 e com a águia de Mandello del Lario preparada para celebrar os primeiros 100 anos de vida da melhor forma.

Para além das versões já anunciadas da V85 TT, V9 ou da nova V7, a Moto Guzzi criou as edições especiais Centenario destes três modelos italianos. As V85 TT, V9 e V7 Centenario apenas serão fabricadas e comercializadas em 2021, o que as tornará num alvo apetecível para colecionadores e amantes da marca italiana.

Estas três Centenario destacam-se pelo seu esquema cromático exclusivo, elegante e evocativo de uma herança única inspirado na lendária 8 Cilindri de 1955, uma moto que nasceu para competir na categoria 500 cc do Campeonato do Mundo.


Este importante marco na história das motos tem um elegante esquema cromático assente no espírito da competição, combinando o metal do depósito de combustível com o verde e o castanho. Cores que também caraterizaram a 350 Bialbero, uma das motos com mais vitórias da história, a dominadora na classe 350 do World Championship GP Motorcycle Racing, com um recorde de 9 títulos mundiais consecutivos.

Verde foi também a primeira cor utilizada pela Moto Guzzi com a Normale, o primeiro modelo e provavelmente o mais icónico da marca. O Centro de Estilo reinterpretou este modelo numa visão moderna, com um acabamento mate e associado às cores metálicas que expressam a solidez e a autenticidade da marca de Mandello del Lario que tem na águia de asas abertas a sua imagem de marca.

As novas Moto Guzzi V85 TT, V9 e V7 Centenario contam ainda com alguns detalhes únicos, como por exemplo o logótipo que assinala o 100º Aniversário da Moto Guzzi.

A Moto Guzzi no mundo do espetáculo

Apesar de ser reconhecida como uma marca que imprime um charme especial nos seus modelos de estrada que qualquer motociclista pode adquirir num concessionário,  a realidade é que ao longo das décadas a marca de Mandello  del Lario tem sido  uma peça fundamental no mundo do espetáculo. Para além do cinema,  diferentes modelos da Moto  Guzzi foram estrelas de peças de teatro e outros espetáculos.

Desde 1947  até 2003,  as motos italianas  assumiram  papéis de  relevo no mundo  do  entretenimento. Aqui  fica  a lista completa  das  aparições  Moto Guzzi.

CRONOLOGIA

1947 – “L'onorevole Angelina” (Angelina,  a  deputada),  filme  de  Luigi Zampa  em que  foi  utilizada  uma  Moto Guzzi Egretta 250 de 1939

1950 – Peça de teatro “La Strada”, em  que foi  utilizada um  motocarro Guzzi  Ercole  modificado.  O  motor a gasolina não podia ser usado no teatro  e por  isso  foi  substituído  por um motor elétrico

1951 – “Guardie e ladri”  (Guarda e ladrão),  filme  de  Mario  Monicelli  em que foi utilizado uma  Guzzi  Airone

1953 – “Férias  em  Roma”, filme  de William  Wyler, com Audrey Hepburn e  Gregory Peck, onde foi utilizado um motocarro Guzzi

1954 – “La  Strada”, filme  de  Federico Fellini,  protagonizado por  Anthony  Quinn e  Giulietta Masina,  em que foi utilizado um motocarro  Guzzi; “Um  Americano  em  Roma”,  filme  de Steno em que foi utilizada uma Moto Guzzi Falcone 500

1955 – “Don Camillo e l'onorevole Peppone” (A última  volta  de  Don  Camillo), filme  de  Carmine  Gallone  em que foi utilizada uma Moto  Guzzi 500 Sport 14 com sidecar; “Le ragazze di San Frediano” (As Raparigas de San Frediano), um  filme  de Valerio  Zurlini

1972  – “Roma”,  filme  de  Federico em  que  foi  utilizado  um  motocarro Guzzi Ercole 1957 – “Le notti bianche”  (Noites Brancas),  um  filme  de  Luchino  Visconti  em  que  foi  utilizada  uma  Moto Guzzi Airone

1959  – “I tartassati”  (Os  Quebra Galhos),  filme  de  Steno  em  que  foi utilizada  uma  Moto  Guzzi  500  GTV de 1935 com sidecar  Titarelli

1960 – “Il Vigile” (Vigilante Trapalhão),  filme  de  Luigi  Zampa  em  que foi utilizada  uma  Moto  Guzzi  Falcone Sport

1961  – “Il Federale”  (O  Fascista), f ilme  de  Luciano  Salce  em  que  foi utilizada uma Moto  Guzzi 500 S de 1939  com  sidecar; “Accattone”,  filme de Pier Paolo Pasolini em que foi utilizado um motocarro Moto Guzzi Ercole

1963  – “I  fidanzati”  (Os  noivos), f ilme  de  Ermanno  Olmi  em  que  foi utilizada uma Moto  Guzzi  Airone

1968 – “Il  profeta” (O  profeta), filme de Dino Risi em que foi utilizada uma Moto  Guzzi 98  Zigolo Lusso e uma  V7

1970 – “Indagine su di un cittadino al  di sopra  di  ogni  sospetto” (Inquérito a um cidadão acima de qualquer suspeita), filme  de  Elio  Petri  em  que foi utilizada uma Moto  Guzzi 500 Falcone Fellini  onde  aparece  um  grupo  de motociclistas aos comandos de modelos  Moto Guzzi

1973  – “Senza ragione”  (Perseguição  Implacável),  filme  de  Silvio Marizzano em que foi utilizada uma Moto  Guzzi 500 Falcone

1978 – “Io tigro, tu tigri, egli tigra”, filme  em  que  foi  utilizado  um  motocarro Moto  Guzzi Ercole

1980 – “La città delle donne” (A cidade  das  mulheres), filme  de  Federico Fellini, com Marcello Mastroianni, em que foi utilizada uma Moto  Guzzi 500 Superalce de 1955

1992  – “Il ladro di bambini”  (O ladrão  de  crianças),  filme  de  Gianni Amelio em que  foi utilizado um motocarro Moto  Guzzi Ercole

1999 – “Un tè con Mussolini” (Chá com  Mussolini), filme  de  Franco  Zeffirelli  em  que  participam  diversos modelos  Moto Guzzi

2001  – “Vajont:  la  diga  del  disonore”,  filme  de  Renzo  Martinelli em  que  foi  utilizado  um  motocarro Ercole,  uma  500  Falcone  e  diversas Moto Guzzi Galletto

2003  – “Caterina  va in città”  (Catarina  na  grande  cidade),  filme  de Paolo  Virzì

andardemoto.pt @ 26-7-2021 17:28:32 - Texto: Bruno Gomes


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