Honda Forza125 - Focada no desempenho

A Honda Forza 125 é uma maxi-scooter com grandes aspirações. Dona de desempenho dinâmico desportivo, muito espaço, conforto e modernidade, afigura-se como uma opção num segmento em que a concorrência não é muita. Venha conhecê-la.

andardemoto.pt @ 5-7-2015 12:14:15

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Honda Forza 125 | Scooter | Scooters


Já lá vai o tempo em que as maxi-scooters eram pesadonas e exibiam cilindradas acima dos 500cc. Paulatinamente as marcas têm vindo a diminuir o peso, as cilindradas e os preços destas geralmente luxuosas scooters, e actualmente existem diversas motorizações por cada modelo, sobretudo nas principais marcas. E a Honda não queria ser excepção, por isso, na sequência da renovação da gama que começa na Silver Wing 600 e que já trouxe a Forza 300, chega agora a Forza 125.

Um contrapondo à scooter mais popular do nosso mercado, a PCX, esta nova Forza assume-se precisamente como mais luxuosa e requintada, piscando o olho a outra faixa de clientes com gostos mais refinados e necessidades mais específicas. A marca define-a como sendo “o melhor que uma scooter 125cc pode vir a ser”. 


Efectivamente, depois de se andar nela, os padrões de avaliação para qualquer 125 ficam bastante apertados. Desde a qualidade de construção, que se nota logo nos primeiros troços de mau piso e na qualidade do equipamento utilizado, passando pela capacidade de carga e arrumação, pela iluminação e pelo peso muito contido até acabar no desempenho do motor, tudo é de muito bom nível.

O monocilíndico de refrigeração por líquido, que debita o máximo da potência permitida para titulares de carta B ou A1, ou seja 11 Kw (14,9cv) é capaz de atingir velocidades (em plano) superiores a 120km/h, e fazer arranques de 100m em menos de 9,5 segundos, ou então, consumos pouco superiores a 2 litros aos 100km.

Isto traduz-se num elevado prazer de condução que é exponenciado pela transmissão muito linear que garante um resposta decidida em qualquer regime de rotação e recuperações muito interessantes acima dos 90km/h. Mesmo com passageiro, as prestações continuam a ser muito aceitáveis, sobretudo se não nos importarmos de sacrificar um pouco o consumo.



Outro dos grandes trunfos deste motor eSP, derivado da mesma unidade que anima a PCX, é a sua suavidade. A tecnologia de baixo atrito que foi empregue no seu desenvolvimento resulta numa vibração quase inexistente, e o ruído do escape, apesar de ser agradável, é muito bem abafado pela ponteira que, a velocidade de cruzeiro, é praticamente inexistente.

Também o alternador foi fundido com o motor de arranque resultando numa economia de peso e recursos. A Forza 125 está dotada de “Idle Stop” que pode ser desligado, mas cujo desempenho é realmente impressionante pela rapidez com que o motor surge para a vida em cada semáforo.

O sistema desliga o motor ao fim de três segundos deste estar ao ralenti, deixando a cambota estrategicamente colocada antes do ciclo de admissão. Usa um mecanismo de descompressão que elimina a resistência da compressão e detecta o nível de carga da bateria de longa duração, desligando-se automaticamente se a voltagem descer substancialmente. O arranque faz-se mal se roda o punho,  quase como se o motor já estivesse a trabalhar.



Mas como nem só de motor vivem as scooters 125, que se pretendem manobráveis e práticas, a Forza 125 exibe outros predicados. É o caso da ergonomia do posto de condução, onde tudo está bem posicionado para permitir que se foque a nossa atenção onde ela tem de estar: no trânsito! O assento é bastante confortável, há muito espaço para as pernas e para os pés, os comandos são muito acessíveis, os espelhos, além de se poderem dobrar para uma melhor arrumação na garagem ou em alguma “entaladela” no meio do trânsito, oferecem uma muito boa visibilidade para trás, o descanso lateral é muito estável e acessível e o descanso central é muito fácil de usar. O painel de instrumentos é muito completo e facilmente legível, o computador de bordo fornece informação pertinente e a iluminação em LED é exemplar.

A arrumação é bastante e está bem distribuída. No painel frontal podemos guardar desde uma garrafa de água até ao telemóvel e carregador, pois no compartimento que infelizmente não tem fechadura, existe uma tomada de 12V. Debaixo do assento existe um porta-bagagens com 48 litros de capacidade que permite guardar dois capacetes integrais e ainda sobra espaço para fatos de chuva, spray anti-furo e mais qualquer coisa. 



A agilidade também é grande. O baixo centro de gravidade e o pouco peso, juntos com a pouca altura do assento ao chão, garantem que conseguimos passar com esta Forza 125 em praticamente qualquer nesga, subir qualquer passeio e arrumá-la em qualquer sítio por muito inclinado ou desnivelado que seja o piso. A grande brecagem também ajuda imenso nas inversões de marcha e no ziguezaguear entre os carros. Apenas o guiador, por ser bastante largo (o que é uma vantagem em termos de conforto) pode causar algum embaraço no meio das filas de trânsito.

O desempenho dinâmico é muito bom. Em estrada, a direcção é precisa e intuitiva, a travagem é potente e bastante doseável, sendo que as próprias manetes têm um tacto leve e são reguláveis. O ABS mantém-se vigilante mas discreto e só nos apercebemos dele quando nitidamente cometemos abusos. O quadro é firme e os níveis de inclinação lateral que permite são realmente interessantes.
Relativamente ao conforto, também nesse aspecto a Forza 125 consegue encantar-nos. A suspensão responde muito bem nos empedrados, mesmo nos mais irregulares, e apenas se comove, sobretudo os amortecedores traseiros, com os maiores ressaltos e buracos.

Por outro lado, a protecção aerodinâmica é muito boa, com o ecrã frontal regulável manualmente a permitir encontrar um bom compromisso entre o ruído no capacete e a sujidade da viseira. No entanto, este é o único componente que gera alguns ruídos parasitas. O conforto é também promovido pela enorme autonomia dada pelo depósito de 11 litros que evita frequentes idas à bomba para reabastecer.


A Forza 125 está disponível em duas versões, com e sem ABS, e diversos esquemas cromáticos. A gama de acessórios inclui “Top-case” de 35 litros, saco interior, punhos aquecidos, alarme e cadeado em “U”. Para conhecer todos os pormenores técnicos consulte o nosso catálogo. Para marcar um “Test Ride” procure aqui o concessionário Honda mais perto de si.

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