Scooters 125 cc - A prova das 9 - 5ª parte: Kymco Grand Dink
Nove scooters 125 cc, de todas as formas e feitios, preços e segmentos, passaram pela redação do Andar de Moto. O objetivo? Perceber quais as mais-valias destas opções, algumas delas muitas vezes esquecidas pelos motociclistas na altura de escolher uma moto nova.
andardemoto.pt @ 27-2-2018 00:47:29
- 1ª parte - Introdução
- 2ª parte - Honda Forza 125
- 3ª parte - Kawasaki J125
- 4ª parte - Kymco Agility City
- 5ª parte - Kymco Grand Dink
- 6ª parte - Piaggio Liberty
- 7ª parte - Piaggio Medley 125
- 8ª parte - SYM Jet 14
- 9ª parte - Vespa GTS 125 Super Sport
- 10ª parte - Yamaha X-Max 125
- 11ª parte - Comparação de características e preço
Kymco Grand Dink
Tal como lhe dissemos mais acima, a Grand Dink, antigamente conhecida como Downtown e que se tornou num caso de sucesso com muitas unidades vendidas em Portugal, serve de base à Kawasaki J125. É por isso uma maxiscooter, e tal como a J125, oferece uma proteção aerodinâmica muito assinalável, melhor até do que a Kawasaki, devido ao ecrã frontal ser mais longo e apresentar uma curvatura que efetivamente afasta o vento do condutor.
Muito confortável, o assento do condutor conta com um bom apoio lombar, enquanto mais atrás o assento destaca-se ainda por ter muito espaço para acomodar sem problemas um passageiro de estatura mais elevada. Debaixo do assento, um generoso espaço para arrumação e transporte de objetos é característica muito positiva desta Grand Dink.
O motor da Grand Dink nasce de uma evolução da unidade motriz anteriormente usada na Downtown. Agora Euro4, o monocilíndrico fica um pouco aquém das necessidades de uma scooter que pesa 183 kg.
Jantes de pequena dimensão garantem um bom comportamento em percursos citadinos, e não é necessário grande esforço para confortavelmente cruzarmos a cidade de uma ponta a outra, usufruindo de suspensões bem-adaptadas para este cenário.
A ritmos mais vivos as suspensões perdem alguma eficácia, mas em contrapartida desfrutamos de um sistema de travagem de dois discos, um por eixo, com a potência de travagem muito doseável e o ABS fornecido pela Bosch a garantir que o conjunto abranda em total segurança.
Já nos percursos mais abertos, a longa distância entre eixos, nada menos do que 1545 mm, acaba por reduzir um pouco o “feedback” que obtemos da direção, com todo o conjunto a querer baloiçar quando percorremos algumas curvas de velocidade mais elevada. Mas em linha reta, a Kymco Grand Dink é impecável!
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Galeria Kymco Grand Dink
- 1ª parte - Introdução
- 2ª parte - Honda Forza 125
- 3ª parte - Kawasaki J125
- 4ª parte - Kymco Agility City
- 5ª parte - Kymco Grand Dink
- 6ª parte - Piaggio Liberty
- 7ª parte - Piaggio Medley 125
- 8ª parte - SYM Jet 14
- 9ª parte - Vespa GTS 125 Super Sport
- 10ª parte - Yamaha X-Max 125
- 11ª parte - Comparação de características e preço
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