Yamaha NMAX 125 - Urbana de Gema

Essencialmente urbana, compacta, jovem e económica, acaba de ser apresentada ao mundo, em Lisboa, pela marca de Iwata. E o andardemoto.pt esteve presente para poder constatar o que vale esta scooter de entrada de gama da Yamaha.

andardemoto.pt @ 3-6-2015 20:31:38

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Yamaha 2016 N Max | Scooter | Scooters

Texto: Rogério Carmo   Foto: Yamaha


Destinada a um público jovem, ou a adultos descomprometidos, a NMAX é muito fácil de manobrar, ágil e confortável. Económica no preço, também no consumo e manutenção, este mais recente membro da família MAX foi uma agradável surpresa em todos os capítulos. Um motor completamente novo, mais económico, graças à adopção de soluções inovadoras e refinamento de tecnologias, reclama uma economia de combustível a rondar os 18%, obtida através da melhoria da combustão, da refrigeração e das perdas por atrito. 


É o novo conceito Blue Core. Na prática, essa eficácia energética é conseguida à custa de um novo radiador, compacto, reposicionado e dotado de termostato com “by-pass” que garante um aquecimento mais rápido no arranque a frio, de um novo desenho do pistão, da redução do atrito dos segmentos, dos vedantes da cambota, e da lubrificação, e ainda da optimização do alternador eléctrico. A eficácia energética foi ainda melhorada com recurso a um novo mapeamento da injecção e ao novo desenho da câmara de combustão.

Por outro lado, o desempenho do monocilíndrico foi melhorado com a adopção do sistema VVA (Variable Valve Actuation) que alterna o funcionamento de duas árvores de cames diferentes, consoante o regime de rotação, garantindo binário em baixas e potência em altas velocidades.

A potência máxima ronda os 12Cv num bom compromisso entre a performance e a economia de combustível que não tivemos oportunidade de confirmar, mas que a marca anuncia ser inferior a 2,2 litros aos 100 quilómetros. e que o computador de bordo não conseguiu desmentir durante os cerca de 70 quilómetros que pudemos cumprir no centro de Lisboa e numa escapadela até à Costa da Caparica em andamento considerado de passeio.

O que pudemos comprovar, foi a “alegria” com que o motor responde sempre que rodamos o punho. A reacção é imediata e parece que temos sempre uma reserva de energia para nos impulsionar. Além do mais, o pequeno escape emite um som bastante agradável.



Por outro lado, o peso muito contido, graças a um quadro leve mas extremamente rígido, também garante, para além do seu contributo em termos de economia de combustível, um desempenho dinâmico digno de nota. A agilidade é grande e a direcção, leve, obedece instantaneamente aos nossos comandos, mesmo sob travagem, e desculpa qualquer exagero na condução. Por falar nela, a travagem é de muito bom nível, bastante doseável e potente, dotada de ABS de série, que se mostra bastante rápido na resposta, praticamente não se notando mesmo quando entra em funcionamento.

De dimensões reduzidas sem no entanto parecer miniaturizada, esta nova Yamaha oferece bastante espaço, mesmo para os condutores de maior estatura, e a pouca altura do assento ao solo também favorece os mais curtos de perna. A ergonomia foi bem conseguida, oferecendo uma posição de condução relaxada e elevada. Também o passageiro tem espaço suficiente e bons apoios.


As suspensões são bastante eficazes em pisos minimamente cuidados, semelhantes aos que não se conseguem encontrar em praticamente nenhuma rua, avenida ou praça da nossa bela cidade. Por aqui, o seu curso é frequentemente escasso e muitas vezes esgota, a tentar amortecer os ressaltos do piso degradado.

Nos poucos locais onde a calçada estava minimamente composta, deu para perceber que a sua eficácia até é elevada, sendo capaz de filtrar as vibrações típicas desse tipo de piso. O pior são efectivamente os buracos, onde em alguns as pobres jantes de apenas 13 polegadas caem como se de um poço se tratasse. No entanto esse cenário permite perceber que a qualidade de construção é boa, pela ausência de ruídos parasitas. Como é apanágio da marca, a atenção ao detalhe é grande e o nível de acabamentos também é elevado. 



Concebida para o dia-a-dia, mal fosse que a NMAX não conseguisse guardar pelo menos um capacete digno do nome. E consegue, mas que enche por completo o porta bagagens situado debaixo do assento. Também no painel frontal temos espaço para guardar uma garrafa de água, ou um telefone, ou ambos se não forem muito grandes.


A protecção aerodinâmica é adequada a uma utilização urbana, permitindo “apanhar ar” nos dias de maior canícula e sem obstruir a visão. No entranto afigura-se escassa para os dias de inverno. O painel de instrumentos é de fácil leitura, com bom contraste e informação suficiente. Está dotado de um gráfico de consumo que incentiva a relaxar e poupar combustível, e pode mostrar o consumo instantâneo àqueles que achem isso importante. O abastecimento de combustível prevê-se fácil, pois a colocação do tampão do depósito está bastante acessível. 

A lista de acessórios opcionais é grande e bem recheada, incluindo acessórios práticos e acessórios estéticos para agradar a todos.
Em termos de manutenção, a correia de transmissão deve ser substituída a cada 18.000 km e as revisões do motor devem ser repetidas a cada 6.000 km, isto além da primeira que, como é habitual, deve ser feita logo aos 1.000 km.


Esta nova NMAX deverá estar disponível nos concessionários Yamaha no final deste mês, por um preço de 2.945,00 €, a que acrescem as habituais despesas de legalização, ecovalor , ISV e IUC, tal como previsto na Lei. Para conhecer todos os detalhes técnicos consulte o nosso catálogo.

A grande concorrente desta Yamaha NMAX 125 é a Honda PCX 125. Seja pelo preço, pelas prestações ou pelos consumos reduzidos, estas são duas rivais directas que, assim que tivermos oportunidade, iremos colocar frente-a-frente. Aguarde!

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