Peugeot Django Evasion - Opção de estilo

Fazia falta uma scooter diferente: acessível, confortável, segura e cheia de estilo. Por isso a Peugeot lançou mãos à obra e criou a Django. Venha conhecê-la.

andardemoto.pt @ 17-6-2015 21:04:56

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Peugeot Django 125 Evasion | Scooter | 125cc

Texto: Rogério Carmo   Foto: ToZé Canaveira    Colaboração: Mafalda Cabral


Num mundo cada vez mais sedento de revivalismo, os construtores buscam nos seus sótãos e arquivos para encontram inspiração para novos modelos. No caso da Peugeot, um dos mais antigos construtores de veículos de duas rodas da Europa e do mundo (lançou o seu primeiro motociclo no mercado em 1901), não foi preciso andar muito para encontrar tema.

A sua primeira scooter, lançada em 1953, que dava pelo nome de S55 e cuja forte imagem a marcou para a história, foi a musa inspiradora desta nova família de scooters da marca francesa.

Assim, a nova scooter Peugeot Django enverga um estilo nitidamente retro, mas combinado com toques de modernidade que em nada estragam o conceito, pelo contrário, antes o refinam.


Disponível em diversas versões que mais à frente apresentaremos, a Django Evasion que tivemos oportunidade de testar, revelou-se por mérito próprio um grande sucesso, pelo menos de popularidade.

Por todo o lado: nos semáforos, nas portagens, mesmo em andamento, havia gente que nos atirava “fixes”, e “muita gira!”, e que nos interpelavam para saber se era um modelo restaurado se era novidade, independentemente se iam a pé, se de carro, ou mesmo noutras scooters. Claro que depois, quando enrolávamos punho, igualmente deviam ficar admirados com a rapidez, mas disso já não tivemos “feedback”. 

O motor monocilíndrico da Django é arrefecido por ar, mas debita uns generosos 10cv e quase 9 Nm de binário, que lhe dão um grande alento no arranque e nas retomas, com uma velocidade máxima bastante aceitável, e sem denotar esforço. Na realidade a Django é mesmo silenciosa.

A transmissão também é muito rápida e precisa na resposta. Quem sai prejudicado é o consumo, que regista valores acima dos 3,5 l/100km. Mas não se pode ter tudo. Os 127 quilos de peso a seco também não ajudam muito, mas tendo em conta as dimensões do conjunto, nem se pode dizer que sejam exagerados.

Apesar de grande, a Django não oferece muito espaço de arrumação. Debaixo do assento apenas cabe um pequeno capacete Jet, e pouco mais. Vale-lhe a plataforma plana para levar os sacos das compras.

Para o efeito até disponibiliza um gancho escamoteável no painel frontal. No mesmo painel encontramos duas pequenas portinholas, com fechadura. Uma dá acesso ao depósito de combustível, a outra é um pequeno porta luvas com espaço para guardar o telemóvel e que disponibiliza uma conveniente tomada de 12V.



A suspensão é muito confortável, à francesa, e firme nas curvas e na travagem. No entanto, com passageiro, a altura do conjunto fica reduzida, originando uma drástica redução da altura ao solo em curva, sobretudo para o lado esquerdo, fazendo com que o o descanso lateral roce no piso.

Também podia ter um pouco mais de altura livre ao solo, já que é escassa para subir alguns passeios. Confessamos que não aumentámos a pré-carga do mono-amortecedor traseiro, e pode ser que faça diferença. Mas nem andamos frequentemente a fazer testes com passageiro, nem queríamos perder o conforto quase excepcional que a Django oferece.

A travagem é combinada, na manete esquerda, e garante uma desaceleração considerável, mesmo com passageiro, oferecendo muita confiança mesmo em piso molhado, e sempre sem que o quadro acuse ondulações ou outras reacções estranhas.


Muito manobrável, sobretudo devido à grande brecagem, circular no trânsito é realmente uma brincadeira. Ainda disponibiliza um descanso central muito fácil de usar. A protecção aerodinâmica é muito aceitável, mesmo debaixo de chuva, e a viseira do capacete mantém-se isenta de mosquitos.

O canhão da ignição tem também a função de abrir o assento, e os comandos são simples, com uma nota negativa apenas para o interruptor dos piscas que está demasiado afastado, obrigando a largar o punho para que o polegar os possa accionar. 



No entanto o farol emite um feixe de luz potente e bem dirigido que garante uma boa visibilidade à noite. Um pouco irritante, mas conveniente, é o sinal sonoro que acompanha os piscas enquanto estão ligados. Pelo menos tem a vantagem de não nos deixar esquecer deles. 

A iluminação em LED e o painel digital dão um toque de modernidade que tornam a Django ainda mais exclusiva, apesar do seu preço que, não sendo baixo, também não chega aos valores de alguma concorrência. Ainda por cima tendo em conta a qualidade de construção e os pormenores de acabamento.


Por isso, se está a pensar aumentar a sua mobilidade, então talvez não seja má ideia visitar um concessionário da marca para fazer um “Test Ride”. Procure aqui o mais perto de si.

A Django está disponível em três versões com diferentes opções cromáticas: a Evasion, a versão aqui testada, a Sport, disponível em duas cores, e a versão mais executiva Allure.

Para ver preços e consultar a ficha técnica, ou comparar com outros modelos, consulte o nosso catálogo.

Esta é a Peugeot S55 de 1953, a primeira scooter fabricada pela marca francesa, e que, de certa forma, serviu de inspiração à Django

Esta é a Peugeot S55 de 1953, a primeira scooter fabricada pela marca francesa, e que, de certa forma, serviu de inspiração à Django

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Peugeot Django 125 Evasion | Scooter | 125cc

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